domingo, 24 de agosto de 2008

Nota fiscal, o plano B

ASSIM QUE FOI LANÇADA, há pouco mais de dez meses, a "Nota Fiscal Paulista" pareceu uma daquelas idéias simples e brilhantes. O programa transformaria cidadãos em fiscais anti-sonegação, criando um estímulo banal. A cada nota exigida, o consumidor ganharia um crédito a ser descontado de seus próprios impostos. Seria a solução ideal para u m Estado incapaz de vigiar, com menos de mil agentes, os passos de 900 mil empresas. Mas com somente 1,8 milhão de cadastros num universo de 48 milhões de pessoas, a baixa adesão quase enterrou o projeto. Especialmente porque muitos que se cadastraram na internet se surpreenderam com o baixo valor do crédito. Isso obrigou a Secretaria de Fazenda a reformular a idéia e colocar em prática um plano B. "O crédito será maior", garante Newton Oller de Mello, diretoradjunto de fiscalização da secretaria.

14/08/2008 - Íntegra AQUI.

Eu tô lá, cadastradão desde o começo e até agora não tenho direito a muito mais do que míseros R$ 3,49. É um tanto quanto frustrante, mas sou persistente e continuarei lançando meu CPF nas NFs da vida. Até por que não me custa quase nada ditar meu CPF para o caixa, seja no supermercado ou em algum restaurante. O problema, pelo que entendi, é que DEMORA muito pra calcularem o crédito já que só se propõem a fazer isso depois que o estabelecimento efetivamente quita seu ICMS com a SeFaz, e isso pode demorar tranquilamente mais de seis mêses. Preciso me lembrar de começar a pedir a NF no posto de gasolina também. Se você ainda não se cadastrou, tá deixando $$ na mão do governo do estado de GRAÇA.

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